Apesar do apelo político de combate ao feminicídio, o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios não foi assinado por 8 das 27 unidades da federação até hoje.
A ideia foi instituída por lei em 2023, com o objetivo de prevenir todas as formas de discriminação, misoginia e violência de gênero.
Amazonas, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e Santa Catarina não entraram no Pacto. De acordo com o Ministério das Mulheres, esses estados responderam que não vão entrar ou que já possuem seus próprios planos de combate ao feminicídio.
Boa parte desses estados é comandada por governadores de direita. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, disse não acreditar que a falta de adesão ao Pacto tenha razão política.